"Chegamos a um outro século e o homem, por meio dos avanços da ciência, produz um sistema de técnicas de informação. Estas passam a exercer um papel de elo entre as demais, unindo-as e assegurando a presença planetária desse novo sistema técnico"
(SANTOS, Milton. Por uma outra globalização. 2000)


quarta-feira, 23 de março de 2011

A VIDA É UM (QUASE) ETERNO ALGORITMO

Os amantes da informática (e os não amantes, alunos do 3º e 4º anos do curso) certamente entenderão facilmente.
A vida é um eterno algoritmo, por onde entram muitos dados, facilmente comparáveis às nossas experiências diárias, situações e pessoas.
Pelo caminho, nos deparamos com inúmeros desvios condicionais, onde devemos tomar decisões e processar suas conseqüências;
Por vezes atravessamos uma condição e, sendo esta favorável a nós, prosseguimos de encontro aos nossos objetivos, tal qual uma estrutura de repetição em um programa. Tal ato pode tornar-se um ciclo vicioso, criando assim um laço infinito;
Transmitimos diversas imagens, mensagens, opiniões... Saídas de dados;
E tudo isso se repete até que, numa determinada altura, encontramos o comando “fim_algoritmo”. A situação embaraçosa e inexplicável conhecida popularmente como “morte”.

            Fim_se
       Fim_enquanto
Fim_algoritmo


PS.:  Tem gente que não verá  sentido algum nisso, 
ou achará uma grande bobagem.
Mas desde quando eu ligo pra isso?

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